25 de abril de 2017

Gratidão às Forças Armadas

Compartilhando um registro ainda das comemorações pelo Dia do Exército, que ocorreram na semana passada em torno do dia 19 de abril.
Estou entre o Comandante Militar do Sul, General de Exército Edson Leal Pujol e o Brigadeiro Jeferson Domingues de Freitas, com quem estive tanto na homenagem que prestei à data no Plenário da Câmara Municipal de Porto Alegre, quanto na solenidade realizada no 3º Regimento de Cavalaria de Guarda.
Fiquei muito grata quando eles me relataram o quanto foi grandiosa a sessão realizada no plenário da Câmara, ao que eu concordo, acrescentando a carga de emoção que foi para mim, mais uma vez, prestar a minha gratidão à família verde oliva.
As comemorações que assisti me fizeram reforçar ainda mais a certeza do papel e da missão do Exército para com o país e da confiança do povo brasileiro nesta sólida instituição.
 
 Com dois grandes representantes das Forças Armadas
Brasileiras, Comandante Militar do Sul, General de Exército
Edson Leal Pujol e Brigadeiro Jeferson Domingues de Freitas





24 de abril de 2017

Adeus a Jerry Adriani

Fiquei sentida com a morte do cantor Jerry Adriani. As canções que ele cantava fizeram parte da minha adolescência, embalaram as primeiras reuniões dançantes e tocaram nos bailes de 15 anos. Era a época em que se dançava de rosto colado. 
Lembro em especial das músicas em italiano e das mais românticas, sempre cantadas com o coração. Ele marcou a Jovem Guarda com sua voz potente e presença calorosa e simpática. Uma pena a doença tê-lo levado tão rápido.


   







Seis décadas de Rádio Guaíba

Na sessão plenária desta segunda-feira, 24, tivemos a homenagem pelo aniversário da Rádio Guaíba, proposta pelo vereador Thiago Duarte, do DEM.
Falei em nome da Bancada Progressista parabenizando a Rádio Guaíba pelos 60 anos de informação, de prestação de serviço, de utilidade pública, de excelente programação e de exemplar cobertura dos fatos através dos microfones da rádio, que já é um patrimônio rio-grandense, que faz parte da vida dos gaúchos. Mencionei da minha preferência pelo veículo rádio, que é o mais democrático, acessível e rápido, que informa em tempo real, que entretém e educa.
Citei da minha admiração às emissoras pioneiras e duradouras do Rio Grande do Sul, entre elas a Guaíba, exemplo de tradição e referência em rádio, que mesmo atravessando mudanças no seu comando ao longo dos anos, desde a sua criação pela histórica Companhia Jornalística Caldas Júnior, se manteve sólida, cumprindo sua nobre missão de comunicar com grande competência em jornalismo radiofônico. Falei dos grandes nomes de comunicadores e profissionais que por lá já passaram, da fidelidade dos ouvintes, os chamados Guaibeiros, do Estúdio Cristal na Esquina da Comunicação e dos programas de que sou ouvinte assídua, como o Bom Dia e o Classe Especial com o Rogério Mendelski, e o Esfera Pública, com Juremir Machado da Silva e Taline Oppitz, programa do qual nós vereadores de Porto Alegre somos convidados frequentes para pautas e discussões importantes, de interesse público e da cidade, que muito me orgulho quando participo. Destaquei a voz especialíssima da Maria Luiza Benitez, que foi a primeira locutora feminina a apresentar o tradicional noticiário da rádio.
Como jornalista, como vereadora e cidadã, cumprimentei a grande família Guaíba, o Grupo Record, e diretamente aos diretores, coordenadores, redatores, editores, apresentadores, narradores, repórteres, produtores, técnicos, ouvintes fiéis, ou seja, a todos que fizeram e fazem diariamente a Rádio Guaíba. 



Vereadores na entrega do diploma de homenagem à Rádio Guaíba 

Vereador Thiago Duarte proponente da homenagem em sua fala

Cumprimentando o diretor Luciano Araújo da Silveira, ao lado do jornalista e apresentador Cristiano Silva, 
na mesa com o presidente da Câmara Cássio Trogildo e o jornalista Juremir Machado da Silva

Momento do meu pronunciamento em período de Comunicações, com o repórter da Guaíba, Lucas Rivas, 
registrando ao vivo e postando no twitter

Registro com o diretor Luciano Araújo da Silveira e com o jornalista e apresentador Cristiano Silva 








AMOR ÀS TRADIÇÕES

Aprendi a tomar chimarrão quando fui Secretária da Cultura do Estado e percorri o Rio Grande do Sul divulgando e prestigiando a nossa terra e a nossa gente.


"O mate é fraternidade...
Traduz respeito e afeição.
É paz brincando de roda
em volta ao fogo de chão."

Vaine Darde









23 de abril de 2017

Vamos nos permitir


Espontaneidade. Está aí uma palavra, ou melhor, uma característica que faz parte da minha vida e que admiro nas pessoas com quem me relaciono. Na política, espaço para muitos subterfúgios, meus posicionamentos não são tomados para agradar ou desagradar alguém. São tomados seguindo as minhas próprias convicções, de forma direta e verdadeira.
Ser espontâneo é expor, sem medo, opiniões, valores e atitudes, mesmo correndo um risco maior de sofrermos avaliações alheias a nosso respeito. A muitos, a espontaneidade incomoda.
Tem gente que não se permite ser espontâneo, por escolha própria, talvez como uma forma de defesa. Até namoro a espontaneidade acaba. Às vezes, quando um dos dois é mais contido, não é nada fácil conviver com a intensidade de um espontâneo. Isso aconteceu com uma amiga. O namorado interpretou seu jeito, sua vontade de querer saber dele, sua empolgação com as coisas que fariam juntos, como algo invasivo, ou, “um pouco demais”.
Mas, saiba esse namorado, que a espontaneidade é a harmonia, o equilíbrio e a liberdade de ser quem se é. É algo naturalmente presente na infância, quando não há o excesso de tarefas e atribuições cotidianas, os compromissos profissionais e o exercício dos inúmeros papeis que vamos assumindo no desenrolar da vida. Parece que, ao virarmos adultos, perdemos muito da nossa espontaneidade e vamos, mesmo sem querer, sendo o que os outros esperam de nós, vivendo exigências sociais que não são nossas, nos encaixando em figurinos que não nos cabem, nos retraindo, “deixando pra lá”, perdendo também um pouco de energia, de vigor e de sinceridade.
Eu, no convívio com as minhas crianças, que são as minhas netas, de sete, quatro e seis anos, vejo esse sentimento tão bonito aflorando durante todas as brincadeiras, nas perguntas que me fazem, na relação entre elas, no modo de agir e demonstrar afeto. Ninguém precisa ensinar uma criança a ser espontânea, ela é, e pronto. O espaço para a surpresa, para o encantamento e para a alegria está sempre ali.
Creio que ser espontâneo, ou, se manter espontâneo ao longo do tempo também tem a ver com estar equilibrado emocionalmente. Isso é um constante exercício que precisa de mais um ingrediente: coragem. Quanto mais donos das nossas ideias, quanto mais autênticos, inteiros, autoconfiantes de nossas competências e capacidades, e conhecedores de nós mesmos, mais livres seremos para expressar nossos pensamentos e sentimentos.