30 de janeiro de 2011

O calor da praia e dos amigos

Dia de mar limpo e sol forte. Água quente e cristalina. O mar estava assim nesse sábado pela manhã aqui em Torres. A temperatura chegou a ficar em torno de 29 graus e não havia nenhum vento, o que aumentava a sensação de calor. Cheguei na praia muito cedo, acompanhada da Martina, que tem apenas um ano e quatro meses, portanto não pode pegar sol forte. Montei nosso guarda-sol na beira da praia. Acho que deve fazer no mínimo uns trinta anos que fico no mesmo lugar e isso é bom, porque as pessoas já sabem e vão ali para conversar. O legal é que os amigos de Caxias que encontro pouco, geralmente só nos veraneios, sempre aparecem. Foi assim ontem com o Toninho e a Tuti Sehbe. Colocamos os assuntos em dia, além de matarmos a saudade. Os dois são meus amigos há muito tempo. O Toninho era da minha turma de adolescente de Torres. Claro que a política foi pauta, pois o Toninho é irmão do Kalil Sehbe, que não conseguiu se eleger deputado, mas foi indicado para o secretariado do governo Tarso Genro, por conta do PDT fazer parte do governo. Também falei com a Tânia Carvalho, o Diogo e o Felicinho Santos, com o Fabiano e a Márcia Del Rey que estavam com os seus pequenos, Marina e Bernardo. Levei a piscininha de plástico da Martina e enchi de água do mar. Coloquei brinquedos e isso agradou a criançada, que se divertiu muito. Também passaram por ali o Beto e a Verena Aurvalle, o Almir Protásio Alves e o Hugo e Zuleica Pinto Ribeiro. Depois desse tempo com a Martina, fiz uma longa caminhada. Iniciei na Praia dos Molhes e fui até a Praia da Guarita. O cenário é de uma natureza magnífica que sempre me faz um grande bem. Eu me senti no lugar perfeito para refletir e decidir. 



Vista do rio Mampituba da mesa do restaurante Anzol onde jantei ontem a noite
A Martina bate palmas quando vê o mar...
 e canta alegremente quando brinca na areia
No caminho de volta para casa a Martina sempre entra nessa farmácia e sobe na balança.É algo dela ninguém ensinou isso.Funcionários e o proprietário da farmácia que é esse senhor da foto,fazem a maior festa para ela




28 de janeiro de 2011

O jornalista e amigo Diego Casagrande

Estava no posto de gasolina da rótula da Praça da Encol quando meu celular tocou e ao atender, escutei de sopetão: "Tu não podes sair da política!" Era Diego Casagrande, o grande jornalista de rádio, televisão, jornal e internet. Comecei a rir do jeito imperativo dele, que conheço há uns 20 anos. Aí perguntei: "Mas então tu não quer que eu vá para a comunicação?" Ele, muito ligeiro respondeu: "Não, não é isso! Quero que venhas para a comunicação sem sair da política. Podes fazer as duas coisas.Tens competência para isso. Mônica, não abandona a política.Tu és séria e dedicada e é disso que precisamos."
Ele me contou que tinha assistido um filme com o Al Paccino, sobre a história de um médico abnegado que trabalhava só pensando no bem estar dos pacientes, que se incomodou e se desiludiu com o sistema, etc...Bem, o Diego quer que eu veja esse filme porque acredita que tem muito a ver com meu jeito convicto e independente, então, prometi garimpá-lo na locadora. Depois de uma longa e boa conversa, combinamos de almoçar em breve. 
Eu quero dizer para vocês que esse papa da comunicação é um grande e querido amigo. Nos conhecemos na FAMECOS quando cursei jornalismo. Eu fui para a política e ele seguiu na comunicação e sempre despontou em todos os locais por onde esteve.Trabalhou na Zero Hora, RBS TV, TVCOM e Rádio Gaúcha, todas do grupo RBS, também na rede Pampa de Comunicação. Como repórter, recebeu diversos prêmios e menções honrosas, como os concedidos pela Associação Rio-Grandense de Imprensa (ARI), Direitos Humanos e Brigada Militar. Também recebeu quatro vezes o Prêmio Press, promovido pela editora Press & Advertising, por seu trabalho no jornalismo. Em 1997 passou um ano em Nova Iorque aprimorando seus estudos em jornalismo. No mesmo período lançou o livro Porto Alegre - 48 horas sob terror. Em abril de 2000, desligou-se do grupo RBS. Em 2006 lançou o livro Vanguarda do Atraso - Ameaças à liberdade de expressão durante o governo do PT no Rio Grande do Sul.
Atualmente está na Band News RS 99,3 FM, da Rede Bandeirantes. Também apresenta e dirige, desde 2000, o programa diário independente Opinião Livre, no canal 20 da NET, de Porto Alegre. Diego é ainda editor do site de informação e opinião que leva o seu nome. Mas o mais legal é que com todo esse sucesso que tem, continua simples e afetivo, preocupado, está sempre pronto para entrar em cena por um amigo. Voltando ao assunto do telefonema do Diego, guardei no coração o conselho e a sugestão dele como um grande elogio e como um bom motivo para as minhas reflexões.

As Esferas das relações - Comentário de Clotilde Peres

Mônica, magnífico o seu comentário, é exatamente o perfil do Prefeito Fortunati, homem que não manda recado, vai e faz, destemido e corajoso. Acho que desta vez, Porto Alegre está nos trilhos do desenvolvimento. Parabéns também pela sua sinceridade e visão política.

27 de janeiro de 2011

As esferas das relações

Pelo que acompanhei na imprensa, o Prefeito José Fortunati rompeu relações com o Sindicato Médico do RS. Nas entrevistas, José Fortunati foi categórico quando falou: "Não tem mais como dialogar. As relações estão rompidas, eles me atacam a todo momento". O Prefeito critica também a postura da categoria, porque muitos médicos, segundo ele, não cumprem horário de trabalho, e anuncia que uma das providências será instalar o relógio ponto.
Por outro lado, o Presidente do SIMERS, Paulo Argollo Mendes, ao tomar conhecimento das declarações do prefeito, respondeu que a entidade sempre esteve e está aberta a conversações. Argolo falou que as negociações ocorreram por cinco meses com cinco secretarias, resultando em um modelo consistente de carreira, algo inédito no Estado; diz também que a campanha da entidade tenta alertar a população para uma medida institucional. Quanto as acusações de que os profissionais não estariam cumprindo medidas de trabalho, Argolo falou: "Os médicos trabalham dia e noite a despeito da falta de condições de trabalho. Nunca ouve problema de saúde por médico faltar ao trabalho."
Sem querer entrar no mérito da discussão entre o Prefeito de POA e o presidente do SIMERS, se bem que poderia, pois conheço o Fortunati desde os tempos em que ele foi vereador e eu assessora do meu pai, vereador (e aí já se vão quinze anos), atesto que o Fortunati trabalha que nem um trator, não manda fazer, vai lá e faz acontecer. Ele é um homem público sério, dedicado e educado, mas não leva desaforo para casa. Voltando ao ponto de partida, o que mais me chamou atenção foi o desabafo do Fortunati de que o SIMERS o ataca ininterruptamente. A justificativa do Argollo foi que o sindicato quer conversar, mas essa eu não entendi, afinal por que largou uma campanha agressiva na imprensa? Ah, isso me faz imaginar que é porque sempre agiram assim, mas nunca ninguém se ofendeu. Aí é que está o X da questão. As pessoas pensam que podem tudo. É aquela velha história e hábito de fazer para um que aceita, para outro que não revida e isso passa a ser normal, até que se pega pela frente alguém que enfrenta, que sente-se ofendido pelas palavras, atitudes ou até mesmo pelo descaso e aí acontece o rompimento. São os cuidados que temos que ter na conduta de todo relacionamento que tivermos seja qual for a esfera.

26 de janeiro de 2011

Blog de Santiago repercute e comenta meu post

Escrevo em complemento a postagem sobre "surfe e redes de pesca" que é sim um assunto importante que envolve vidas.Meu apoio está acima de siglas e ideologias partidárias.O que importa para mim é o correto, o justo naquilo que atende as necessidades da população. Enfim, quem me conhece sabe que me guio pelo bom senso e pela coerência. Me posiciono e me manifesto vendo que a preocupação política está entendendo a preocupação de mãe.Trata-se primeiramente de vidas e não de elogios políticos.Os cidadãos comuns, os surfistas e as famílias dos surfistas gaúchos a até os políticos que já tentaram mexer no assunto e agora estão mais próximos de sucesso devido as determinações do governo, estão preocupados com o fim da perda de jovens, sejam ricos, de classe média, carentes, o que for. Nisso está em jogo o trabalho e sustento de pescadores e o divertimento e a prática de esportes de crianças, jovens e adultos, que podem morrer nas redes como banhistas também, como socorristas e não só como surfistas, um esporte democrático que só precisa das condições da natureza e da generosidade do mar, antes de qualquer prancha cara ou roupas e equipamentos profissionais. Essas duas atividades são inerentes ao litoral e precisam se relacionar harmonicamente. Meu comentário aplaude uma atitude que pode diminuir e muito os trágicos fatos que colecionamos nas praias gaúchas há anos. Então, aproveito a oportunidade para dizer ao meu colega e amigo, jornalista Júlio Prates, dono de um blog dos mais acessados que conheço e autor de um comentário sobre meu post que, se quiser opinar, discutir, criticar, ficar contra ou a favor; eu aceito, mas ironias, não.Dispenso!

25 de janeiro de 2011

Comentários recebidos

Bacana Mônica! eu também me preocupo com essa questão da pesca e surfe meu filho tbm se aventurava nas ondas. E parabéns pelo teu filho!
Bjss Luciana Genro

Mônica
Obrigada pelo texto sobre o risco das redes de pesca.Sim, é preciso alertar nossos governantes.Conseguistes em poucas palavras exteriorizar o drama que vivem as mães dos surfistas gaúchos.Um beijo.Carla Macedo

Prezada Mônica
Li  seu texto e fiquei muito bem impressionado com as colocações.Cheguei a comentar com meu filho que você deveria ser adepta a prática do surf.Depois numa roda de amigos no restaurante Barranco, falei a mesma coisa e o Neco que é pai de um amigo dos seus filhos, contou que você acompanhava  todos os campeonatos de surf que eles participavam.Muito legal essa sua preocupação com o surf dos nossos jovens. Um abraço, Alberto Albertini.

24 de janeiro de 2011

Parabéns Governador Tarso Genro!




Escutei no rádio que as prefeituras do litoral norte terão 60 dias para demarcar espaços apropriados para a prática de esportes náuticos. Escutei também que o Governador Tarso Genro sancionou a lei que revê as demarcações das áreas de surfe e pesca nas praias gaúchas. É que antes dessa alteração, a área que separava pescadores e surfistas tinha apenas 400 metros. Algo que sempre me surpreendeu, considerando que as praias do Rio Grande do Sul são conhecidas por suas correntezas fortíssimas. Se uma pessoa entra na Plataforma de Atlântida em um dia de correnteza forte, certamente sairá a centenas de metros de distância. Então, achava que a lei não contemplava a realidade do nosso litoral, o que só serviu para reforçar minha constatação que não se pode legislar dentro de gabinetes. É preciso conhecer as necessidades do povo! 
Ah, falo isso a tanto tempo. 
Outro detalhe importante é que essa lei deve ser fiscalizada. Quero aproveitar para sugerir que as placas de avisos da demarcação das áreas sejam de concreto, pois assim ninguém leva para casa para fazer fogo na lareira. Esse é um assunto muito grave, e deve ser tratado com o rigor do cumprimento da lei, pois as redes estão pescando seres humanos. Estamos perdendo vidas! 
Quando vereadora, levei esse tema para debater no plenário, pois os surfistas que vão ao litoral, em sua grande maioria, são porto-alegrenses. Depois, acompanhei a Federação de Surfe do Rio Grande do Sul a uma reunião com o Chefe da Casa Civil do Governo Rigotto, deputado Alberto Oliveira. Nisto já se vão quase dez anos e pouca coisa evoluiu. Sou mãe de dois surfistas, desde pequenos adeptos desse esporte. Uma das coisas que me faz permanecer em Torres é a segurança que eles têm para surfar, pois nos molhes as rede de pesca são proibidas.
Parabéns Governador Tarso Genro! As mães dos surfistas gaúchos agradecem de coração por essa sua atitude. 

Esse jovem que está surfando é Marcelo Leal Markusons, Advogado pós-graduado em Meio Ambiente pela UFRGS

e com muito orgulho informo que é meu filho

23 de janeiro de 2011

Fim de semana de sol e chuva

Torres teve na sexta-feira um dia de céu azul e mar transparente. Com o sol e o calor de uns 30º na beira da praia, veranistas e turistas argentinos aproveitaram o tempo que estava perfeito para quem está de férias. Já o sábado foi de temperatura alta, porém com muita chuva. Ainda bem que ontem fiz a minha caminhada. Hoje passei o dia em casa curtindo a Martina e a Marcela que vieram passar o fim de semana comigo. Elas estão lindas! A Martina é morena de olhos pretos que nem duas jaboticabas. A Marcela é clara de olhos verdes cor de mel. É impressionante como elas cresceram rápido. Isso me faz lembrar da minha avó Alice quando dizia que através das crianças é que a gente se dá conta que o tempo voa. A Fernanda e o Marcelo estão aqui em Torres. O Felipe e a Duda estão em Garopaba com a mãe dela. A Juliana e o James ficaram em Porto Alegre envolvidos com a obra do apartamento novo e a mudança que deve sair em fevereiro. Essa é a primeira viagem da Martina sem os pais. Achei que ela poderia estranhar, mas que nada, está super bem e aproveitando muito a companhia da prima. O engraçado é que na quinta-feira quando busquei a Martina  o meu genro e a minha filha ao se despedirem, estavam sofrendo de saudade antecipada, enquanto ela muito tranquila, pulou para o meu colo e sorridente atirou um beijo para os pais.
Outro programa que faço quando estou em Torres é tomar um café com meus pais. Dessa vez tivemos uma longa conversa por causa do ocorrido com o PP da capital. Meu pai acha que a família Leal deve sair do partido. Combinamos de fazer uma reunião com todos para discutir esse tema. Amanhã volto para Porto Alegre.      

21 de janeiro de 2011

Manifestação de João Antônio Dib

O Vereador João Antônio Dib enviou-me a cópia de uma carta que fez para a jornalista Rosane de Oliveira. Quero dizer a vocês que sinto um imenso orgulho em receber o reconhecimento de uma lenda viva como o vereador Dib, experiente homem público que foi Prefeito de Porto Alegre, Secretário de Obras, Vereador da capital por dez mandatos e hoje é líder da bancada Progressista na Câmara Municipal de Porto Alegre. A verdade é que cumprimentos, elogios e até ctríticas construtivas de pessoas com estatura e representatividade sempre mexem com o coração da gente.


Porto Alegre, 18 de janeiro de 2011.

Cara Rosane:

Minha vivência ensinou-me que nós políticos somos do Partido e que devemos preservá-lo. Fico triste ao ler as notas que são – corretamente – divulgadas, pois não somam para um objetivo maior que é a promoção do nosso PP.
Todos nós somos necessários para engrandecer o Partido. Falo por ver exposto o nome da ex-Vereadora e ex-Secretária da Cultura e que é parte importante na nossa agremiação partidária.
Como Vereadora foi vice-líder do Governo e, posso afirmar, se saiu muito bem. Como Secretária da Cultura reorganizou a Secretaria e saiu respeitada para concorrer a Deputação Estadual. Não teve sucesso, mas a vida política é assim mesmo.
No entanto, o certo é que ela é importante para nós.
É necessário deixar de lado mágoas e desavenças e todos juntos somarmos para a grandeza do PP.
Em 2012 teremos eleições (que eu não concorrerei) e não podemos dispensar o nome da nossa Mônica Leal. A decisão será dela e somente dela.
Acredito na sua LEALdade ao Partido.


Saúde e PAZ !


                                                 Vereador João Antônio Dib,
                                                 Líder do Partido Progressista na
                                                 Câmara Municipal de Porto Alegre.

20 de janeiro de 2011

Pedro Américo Leal envia nota de repúdio as declarações do Presidente do Partido Progressista de POA e ao ataque da Ex-Prefeita de Santa Cruz

Imprescindivel fazer alguns comentários;

Quando o Presidente do Partido Progressista da capital dos gaúchos, faz declarações descabidas e agressivas sobre uma liderança política que só trouxe ganhos a esta sigla partidária, fica declarado que o mesmo não tem condições de ocupar o cargo. Um partido político é como um exército ,composto por homens e mulheres que tem um comandante que deve cuidar e defender, jamais atacá-los como o Presidente do PP de Porto Alegre fez publicamente num veículo de comunicação. É lamentável que pessoas sem conhecimento de causas, portadoras de soberba e vaidades excessivas, estejam no comando, parece-me ser o caso do Presidente do Partido Progressista de Porto Alegre, Tarso Boelter.


Sobre o ataque agressivo da Ex-Prefeita Helena Hermany, observo do alto dos meus 86 anos bem vividos, que o oportunismo se deu por parte dessa senhora, pois a Mônica nunca pessoalizou suas criticas e nem buscou fazer qualquer tipo de comparação com a trajetória de colegas de partido.Quem fez isso foi a referida Ex-Prefeita de Santa Cruz que usou um comentário ao quadro político e partidário para ganhar um pouco de visibilidade, mesmo que seja com comentários pífios para aparecer no jornal.


Pedro Américo Leal
Ex-Deputado Estadual por quatro legislaturas, Ex-vereador por quatro legislaturas, Ex- Chefe de Policia Civil e Ex-Secretário de Segurança do Estado do Rio Grande do Sul.

19 de janeiro de 2011

Mensagem do advogado Décio Nogueira

     Mônica,

Permita-me fazer alguns comentários a matéria de ZH de 18.01.2011:

1- Qto ao título Mônica irrita companheiros

Quanto a acertiva de que você estaria ameaçando deixar o PP, alegando que não teve apoio para se eleger é parcialmente verdadeira, pois, sua vontade é de deixar a política por desilusão.
Os lideres do PP ficaram indignados. Porque ?
Se realmente assim ficaram, acho que não deveriam, pois, tens conversado, solicitado atenção, mais participação, não se trata de um fato novo para o partido,  sua inconformidade tem sido demonstrada.  
Qto ao explicitado pelo presidente do PP- POA, que na eleição de 2004 ficas-te na suplência e o partido indicou 2 (dois) vereadores para cargos no Gov. Fogaça para você assumir uma cadeira na Câmara de POA, também é verdade, porém , é necessário esclarecer que o partido entrou para o Governo obtendo 2 (duas) Secretarias importantes, fato que não se torna irrelevante sob qualquer ótica partidaria. 
Diz a matéria que o presidente do PP-POA enfatiza que você culpou o partido por nâo ter sido eleita senadora!
Sabemos que dos quase 900.000 votos que obtives-te foi pelo seu nome, sua identidade profissonal e pela  credibilidade do PP no interior do estado. Provavelmente se o partido tivesse mais motivado no potencial da candidata, teria investido mais forte na eleição majoritária ao Senado Federal de 2004.

2- Qto ao título Ira Feminina
É lamentável um protesto sem conhecimento de causas, que parece-me ser o caso da Sra.Ex.Prefeita de Santa Cruz ;

Diz ela que foi candidata a Dep. Estadual para preencher a cota do partido e mesmo sem a superexposição que você teve há 4 anos, como candidata ao Senado fez mais votos que você.

Preliminarmente é importante esclarecer a diferença existente entre candidatura majoritária (Presidente da República, Governador, Prefeito e Senador) e candidatura proporcional (Deputado Federal, Deputado Estadual e Vereador). A Candidatura Majoritária é realizada por intermédio da votação nominal (o mais votado é eleito) e a Candidatura Proporcional ainda é realizada por intermédio dos coeficientes eleitoral e coeficiente partidário, ou seja o voto vai para o Partido ou Coligação, o que definirá o nº de cadeiras obtidos por partido ou coligação, sendo a votação nominal utilizada para critério de classificação.

Portanto:
Totalmente diferente uma candidatura majoritária de uma proporcional.
Será que a referida Sra. Ex. Prefeita de Santa Cruz sabe disto, que as candidaturas são totalmentes distintas e incomparáveis. Portanto a superexposição a que ela referiu-se não existiu. 
É necessário enfatizar que se alguém está em vantagem eleitoral é ela como Ex-Prefeita de um município com aprox. 125.000 hab. e 90.000 votantes, portanto, com base eleitoral totalmente definida,  fato que justifica a votação superior à sua.

Ainda diz Sra. Ex-Prefeita, que estás sendo oportunista, porque que não reclamas-te durante a campanha e porque não valorizas-te o partido quando secretária:
Oportunismo, termo que passa ao largo de você, talves se o possuísse, estarias eleita, mas o DNA dos Leal não te permitiu essa façanha. Com referência a sua reclamação junto ao partido como citado,sei que não economizas-te, sua solicitação de ajuda, esclarecimentos e reparações foi uma constante durante toda campanha eleitoral de 2010.
Quanto a valorização do partido quando sua gestão de Secretária da Cultura, é mister enfatizar que entras-te pela cota pessoal da Governadora, mas, mesmo assim fazias incansavelvente menção ao partido que és filiada. 
Será que a referida Sra. Ex. Prefeita sabe disto.

Por fim Mônica, acho você totalmente vocacionada a Política, tens muito a colaborar com teu povo.
Apesar de teres um vinculo forte (inclusive pela história familiar) com o PP, talves tenha chegado o momento de repensares o teu destino partidário, ou acertas definitivamente com
 o teu partido, ou se permita ouvir os que te almejam, quer sejam  partidos grandes, médios e pequenos, todos gostariam de te-la como expoente.
Saiba, você tem luz própria e forte, não é hora de parar.

Um beijo .

De seu amigo e sempre colaborador,
DN.

18 de janeiro de 2011

Informação de utilidade pública

Sobre a nota de hoje no jornal Zero Hora, página da jornalista política Rosane de Oliveira, tenho a dizer que não fiz ameaça de deixar o PP e sim a política. Quanto a não eleição ao Senado Federal, nunca culpei o partido, pois a minha votação em apenas três meses de campanha foi surpreendente e guardo com orgulho no coração os 854.700 votos que recebi do povo gaúcho. Enquanto secretária o partido sempre foi valorizado dentro das minhas limitações. Assim, não há porque a ira de alguns líderes, quando se busca novos desafios.
Lastimo profundamente as declarações do Presidente do Partido Progressista de Porto Alegre, Tarso Boelter e o ataque da ex-prefeita de Santa Cruz Helena Hermany.

Mônica Leal

17 de janeiro de 2011

O blog, eu e vocês

Quem me acompanha pelo blog sabe que o mês de janeiro está sendo maravilhoso - minha vida pessoal e profissional vão muito bem. Os dias em Torres são de céu azul e mar transparente. O incrível é que mesmo achando que a água do mar está gelada, tenho mergulhado muito e isso me deixa satisfeita, pois sinto que estou aproveitando intensamente a minha Torres. As fotos que tenho postado no blog fazem esses registros. Os últimos textos geraram vários comentários, por sinal, um ótimo indicador de que muita gente gosta de me ler. Fico contente com o meu blog e em especial pela marca de mais de 40 mil acessos. Ah,estou me sentindo uma blogueira poderosa! Desde o início eu sabia que o blog era uma ferramenta de comunicação importantíssima, mas confesso que relutei demais em aderir a blogosfera. É que tive receio de assumir mais um compromisso, entre tantos que tinha na época de Secretária de Estado da Cultura. Pode parecer uma bobagem, mas levo muito a sério os meus compromissos, e, principalmente, dar conta deles. Se eu combinar algo, pode ter certeza que não dou para trás, aliás eu só falto se estiver na UTI.
O blog teve grandes incentivadores para a sua criação e que o ajudaram a ficar no ar, e aqui entra a família, os colegas da comunicação, os formadores de opinião, os amigos e leitores fiéis. Quero comemorar esses mais de 40 mil acessos, dizer que adoro esse contato com vocês e que nesse tempo em que ele existe, eu nunca deixei de postar, mesmo quando fiquei um pouco triste por ter perdido as eleições para deputada estadual,pois queria muito trabalhar pelo meu Rio Grande. Mas a vontade de estar com vocês foi maior do que a tristeza da derrota das urnas.Então, pessoal querido que acompanha o meu blog: muito obrigada por esse montão de acessos. Adorei!!!!

15 de janeiro de 2011

Meu final de semana

Estou em Torres. Cheguei de Porto Alegre na sexta-feira a noite, algo que normalmente não faço, pois prefiro viajar durante o dia. É que dessa vez não consegui sair cedo porque tive um compromisso, resultado que peguei muito movimento na estrada e cheguei tarde.O bom é que deixei tudo organizado no apartamento e os filhos são adultos responsáveis, cada um pelas suas coisas o que facilita muito a vida de quem vem para a praia para descansar.Conto também com a ajuda da Vânia, minha super secretária do lar. Ela é um amor de pessoa, sempre preocupada em nos atender da melhor maneira possivel. Hoje de manhã muito cedo fiz uma longa caminhada. Fui do Rio Mampituba até a Praia da Guarita. Não me canso de apreciar as belezas naturais de Torres. Minha nossa, como a Prainha é maravilhosa! Depois tomei café com os meus pais que estão veraneando desde o ano novo e acho que ficam até março. Estava com uma saudade danada da minha dupla dinâmica. Volto para Porto Alegre no domingo. Aqui tem algumas fotos do veraneio, agora apenas de três dias.

Martina e eu fazendo uma boa caminhada  

A chegada das crianças é sempre saudada com muita alegria pelos meus pais

Meu pai adora conversar com a Martina.Juliana e Marcelo observam esse diálogo

James, Juliana e Martina no restaurante da beira do rio Mampituba



14 de janeiro de 2011

O povo com a palavra

Boa tarde Mônica. Admiro-te muito e gostaria de comentar o que escreveste sobre o salário "minguado" dos brigadianos. De fato é um salário vil diante do trabalho prestado por estes cidadãos, porém a PEC 300 ficou cambaleando de um lado para o outro na Câmara dos Deputados e não foi votada em segundo turno. Fizeram, os deputados, um alvoroço imenso na votação da PEC em primeiro turno, fazendo com que os servidores que seriam beneficiados com a votação daquela proposição se enchessem de esperança. Infelizmente tudo não passou de uma jogatina de campanha. No entanto, de nada adianta, também, haver um piso nacional para os policiais e os Estados não o cumprirem, como acontece com os professores. Tô fechado contigo! Um abraço! ANDERSON GUERREIRO – anderson@cidadesrs.com.br – Pantano Grande - RS 

13 de janeiro de 2011

Penso que...

Dos projetos do Governo Tarso que foram aprovados essa semana na Assembléia Legislativa,comemoro aquele que concede anistia para os pequenos agricultores endividados junto aos órgãos de fomento do Estado em até R$ 2.760,00.Nas minhas andanças pelo interior do Rio Grande do Sul pude conhecer a vida desses homens e mulheres que colocam alimentos nas prateleiras dos super-mercados. A partir daí me interessei e passei a acompanhar tudo que sai na imprensa sobre agricultura e pecuária.Sei das dificuldades que eles enfrentam por conta da seca que assola o campo.Com esse projeto o governo mostrou sensibilidade e foi apoiado por deputados que atuaram acima de suas ideologias partidárias.Fico muito feliz quando na política o que prevalece é o bem comum.Essa medida irá beneficiar 45 mil famílias gaúchas.

O aumento de salários na esfera pública, no meu entendimento a prioridade deveria ser a Segurança Pública. Refiro-me ao salário dos brigadianos que é "minguado"!


A tragédia que aconteceu na região serrana do Rio de Janeiro é resultado do descaso do homem com a natureza. Não é necessário ser Geólogo para saber o risco que é construir nas encostas de morros. Começando que isso causa devastação nos mesmos. Outro fato alarmante é que os governos não investem em prevenção, repetindo-se as catástrofes.

12 de janeiro de 2011

Para a Neca

Minhas sobrinhas Aline, Gabriela, Luisa e minha irmã Cristina que eu chamo de Neca


Minha irmã Cristina e eu temos dois anos de diferença e por esse motivo sempre fomos muito próximas. Claro que isso quando nós éramos crianças era muito legal porque a gente brincava juntas, mas como ela é a mais moça, a medida que fomos crescendo e eu me tornei uma adolescente, achava muito chato levar junto "a mala da Neca" - esse é o apelido dela. Meus pais só me deixavam sair com o chá de pêra da guria - na época era assim que eu via a situação. Assim foram anos a fio, até que crescemos, casamos e tivemos filhos próximos: a Aline e o Marcelo que tem exatamente 30 dias de diferença. Por sorte nossa, ou acho mesmo que por providência divina, acabamos sendo vizinhas com filhos pequenos. Na época eu era empresária de moda, já era mais experiente e com uma estrutura maior, pois o Marcelo era meu segundo filho, mas a Aline era sua primeira e a Cristina ainda cursava a faculdade de Letras e assim realmente precisava de apoio. Me lembro que fui eu quem dei o primeiro banho na Aline, assim como ela ficava na minha casa até a minha irmã chegar da PUC. Depois, eles foram morar em Nebrasca nos EUA e fui visitá-los com toda minha família. Em resumo, nossos filhos são muito apegados, pois nós duas promovemos esse vínculo entre eles, porque gostamos demais uma da outra. A minha irmã é muito parecida com a nossa mãe. É uma pessoa calmíssima e sempre disponível para ajudar o próximo. Eu diria que é a tia de todos. E é dona de umas tiradas maravilhosas que tem o dom de mexer profundamente com a minha cabeça. Vou contar uma delas para vocês: Certo dia depois das eleições para deputada, onde  não fui vencedora, eu caminhava com ela ao redor do Shopping Iguatemi e fazia minhas considerações sobre o meu trabalho no Governo do Estado e na Secretaria da Cultura. Ela se virou e disse: “ tá, mas o que tu ganhou com isso?"  Eu, na minha visão política, que era a única coisa que me vinha à cabeça naquele momento respondi: “ como assim, o que eu ganhei com isso, olha só tudo o que fiz!" Ela na sua simplicidade objetiva falou: "quero saber que ganho pessoal recebeste com toda essa trabalheira ?" Não tive resposta. Foi ela que me despertou para algo que até então vinha ficando em segundo plano. Talvez ela nem tenha se dado conta disso. Pois essa mulher completa é a mãe da Aline, da Gabriela e da Luisa. A Neca é professora de Inglês do Colégio Farroupilha, já viajou o mundo e adora conhecer novas culturas, sempre foi assim, e as filhas saíram iguais. Meu cunhado, o Cides, também é do mesmo estilo. Interessante isso, agora percebo que ele já era um eterno viajante. A Gabriela filha deles conheceu um jovem de Dublin, Irlanda numa das viagens que fez. Ele já esteve no Brasil várias vezes, inclusive passou o ano novo conosco. Agora ela vai morar em Londres com o Connor Daly. Essa era a combinação dela com a família, se formar, o que aconteceu na semana passada, e depois viajar. Com isso a família Leal está em ritmo de despedida, o que ao mesmo tempo é motivo de alegria por ver a Gabi tão feliz alçando vôo rumo ao destino que escolheu, e de certa tristeza pela falta que ela vai fazer. Quero que vocês leiam a carta que a Aline, irmã mais velha da Gabi, escreveu pela sua formatura. Penso que a ideia de familia que nossos pais, Pedro e Carmem, nos passaram nós também conseguimos transmitir aos nossos filhos.


Gabi, minha irmã querida. Só de escrever essas palavras iniciais já encho os olhos de lágrimas (as palavras e a girafa formanda, é claro).
Parece que foi ontem que vi a mãe num dos dias mais felizes da vida dela, quando recebeu o exame positivo de gravidez. Acho que tu não tens noção exata do quanto foste esperada. Pra mim, era um sonho realizado: Eu teria minha irmãzinha, minha boneca, só minha. Nunca tive ciúme daquele bebê lindo e bochechudo. Como não amar aquela coisinha de olhinhos puxados, dourada e com roupinha de bolhinhas? Impossível. Aí minha boneca cresceu. Teve uns anos em que foi meio “mázinha”, mas foi coisa de criança, para fortalecer seu próprio caráter (compreensível, a chegada da Taitai desestabilizou o Planeta Terra). Sempre tão fofa, a menina foi crescendo e parecendo a princesa Aurora, a Bela Adormecida. Mas ela não queria ser adormecida, ela queria desbravar novos horizontes. Talvez por isso se identificasse mais com a ruiva sereia Ariel...Afinal, o bebê bochechudo se tornou uma grande, linda (e comprida) mulher, com um coração enorme e muita vontade de conquistar o mundo. Sei que fiz parte da formação dessa personalidade que hoje tu tens, então me orgulho de lembrar que já viajamos juntas por aí, que vimos o Paul na 1ª fila, que te “depositei” em Londres, que te ensinei a andar de metrô, que estava ao teu lado quando conheceste o amor da tua vida. Participar desses momentos com uma irmã como tu não tem preço. São coisas nossas que lembraremos para sempre.
Isso tudo eu digo, Gabi, porque chegamos até aqui juntos, todos. Nem sempre foi fácil: Grana, tempo, tua vontade de estar com o Conor, a correria de casa que não dá paz para estudar... Mas chegamos a mais uma formatura e esse é, sim, um momento muito especial. É o término de mais uma parte da jornada. Baby steps, a gente diz, e esse é mais um passo – um passo enorme – dado. Hoje à noite tu sairás da PUC graduada: Publicitária. Acho que esse é o instante em que podemos realmente dizer: “Cresci, virei adulta”. Agora, a vida está aí para ser conquistada.
Estou muito orgulhosa da Minha Dorotéa. E também muito emotiva com a tua iminente partida, muito embora eu saiba que as milhas não significam nada mais que uma distância física, e só. Tenho que deixar minha bonequinha bochechuda trilhar seu rumo agora. O mundo é todo teu.
Te amo muito, irmã, e te desejo muito sucesso!!

O Patrickão também faz parte dessa história e te deseja muito sucesso. E que tu ganhe dinheiro, é claro.
Obs: Tive que fechar a porta, chorei pouco aqui na minha salinha mesmo.

Beijo, Mana

Aline Leal Fontanella Klemt
Coordenadora Jurídica - Gravataí
PPG Industries Inc.

Meu hobby é fotografar

Gosto muito de fotografar os momentos importantes das pessoas que fazem parte da minha vida. Sempre tenho a máquina fotográfica dentro da bolsa. Essa é a base do meu lazer. O resultado é surpreendente porque as fotos registram detalhes que na maioria das vezes nos passam despercebidos. O interessante é que minha filha Juliana e minha nora Fernanda, também tem essa mania. Conforme  prometi aqui estão as fotografias das minhas férias em Torres.


Com o Marcelo e a Juliana na entrada do novo ano que comemoramos em Torres

Com Marcelo meu filho

Com a Martina e a Juliana 

Fernanda, Marcela e Marcelo

Alexandre e eu com a Marcela

James, meu genro e Juliana

Juliana com os avós

As mulheres da minha família

Os homens da minha família

A Marcela vestiu roupa com os desejos para 2011. O avô Fernando foi quem comprou o traje da pequena

Marcela entrou o ano novo acordada, enquanto que a Martina dormiu de tanto que ferveu

Com a Martina chegando na praia pela passarela, acompanhadas da Suzana, a dedicada babá da pequena

A alegria da Martina com o mar

Uma parada para pensar na vida

Ensinei a Martina a beber água no copo...

e gostar de churros

Passeando na calçada

Sentadas em um banco no centro de Torres 

 A Martina cuidando da prima Marcela

Uma prova de amor da Martina para a Marcela foi a entrega do urso