28 de fevereiro de 2011

A perda de Scliar

Não posso deixar de registrar o falecimento do nosso grande Moacyr Scliar. Conheci o Moacyr Scliar como todos os gaúchos, através do seus livros e crônicas, que apreciava muito. Só vim a conhecê-lo pessoalmente quando Secretária da Cultura num edição da Feira do Livro de Caçapava do Sul em que ele foi o Patrono. Sentamos lado a lado na abertura desse evento e conversamos sobre os livros e sua magia. O que mais me impressionava no Moacyr era sua história de vida, que foi de muitas dificuldades, e ele, de menino pobre, tornou-ser um vencedor realizado. Foi um médico e escritor para além das fronteiras do Rio Grande do Sul.
Abaixo algumas frases do autor, que são somente um pedacinho do vasto mundo de palavras, pensamento e histórias que ele criou.

"Sou filho de uma legítima mãe judia, protetora e alimentadora. Por isso sempre pensei que a literatura deveria nutrir os leitores e protegê-los das desilusões da vida.”

Escrever, para mim, é um ato que preenche
várias finalidades. Em primeiro lugar, é uma forma de
organizar o mundo, de dar sentido às coisas, através
daquela progressão lógica: princípio, meio, fim. Em
segundo lugar, é um grande meio de comunicação
com nossos semelhantes: a palavra escrita é um
território que partilhamos em silêncio, em amável
cumplicidade.”

"A gente nunca pode desistir de encontrar sentido no aparente absurdo de nossa existência."

(Moacyr Scliar)

26 de fevereiro de 2011

Essa ficou na história!


Hoje vou contar uma história muito engraçada que aconteceu na minha família nos anos 80. Antes é importante dizer que a minha mãe é a pessoa mais calma e pacienciosa que conheço, mas quando fica braba, fica mesmo.
Meus pais moravam numa casa no alto da Boa Vista. O vaso do lavabo havia estragado numa sexta-feira e minha mãe tinha chamado um encanador cujo nome era Jair, só que ele não apareceu para desentupir o vaso, o que trouxe um transtorno para todos da casa. Na segunda-feira, toca o telefone e a minha mãe atende. Do outro lado a voz de um homem diz:“Bom dia é da casa do Pedro Américo?" 
Minha mãe responde: “Sim, quem quer falar com ele?"
A voz masculina diz: "É o Jair."
A minha mãe diz: "Ah, seu Jair, é comigo que o senhor tem que falar!"
A voz masculina: "Como?
A minha mãe: "Sim senhor, fui eu que lhe chamei?"
A voz masculina: "Não entendi!"
A minha mãe diz: "Quem não entendeu fui eu que fiquei lhe esperando toda a sexta-feira!”
A voz masculina diz:"Deve estar havendo algum engano."
A minha mãe diz: "Engano nenhum. Ora, o senhor disse que vinha arrumar o vaso na sexta-feira e não apareceu."
A voz masculina: "A senhora está me confundindo."
Minha mãe disse: "O senhor é que está me confundido com alguém que não tem nada para fazer."
O homem diz: "Minha senhora...”
A minha mãe diz: "Seu Jair, passamos o final de semana com o vaso do lavabo entupido e com cheiro ruim na entrada da casa."
Seu "Jair" diz: “Minha senhora eu compreendo a sua chateação com o vaso entupido e posso calcular o transtorno que isso lhe causou, mas eu queria dizer..."
Minha mãe: ”Se sabe o transtorno que foi, porque não apareceu para fazer o serviço?
A voz masculina finaliza: "Porque eu não sou o Jair encanador e sim o Jair Soares, Governador do Estado."
Essa foto deve ter uns 30 anos: a criança é minha filha Juliana que está no colo do Governador Jair Soares ao lado do meu pai num churrasco na casa dos meus pais. Atrás deles, estou eu, Cides meu cunhado, Alexandre meu marido e lideranças políticas da época.

25 de fevereiro de 2011

Curtas e Boas

Bons ventos sopram em solo gaúcho! Na terça-feira pela manhã estive no Palácio Piratini para acompanhar a reunião do Governador Tarso Genro com empresários gaúchos na presença do Presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, do Secretário do Desenvolvimento e Promoção do Investimento, Mauro Knijnik e do Miguel Rossetto, ex-ministro e vice- governador do RS e atual Presidente da Biocombustível. Tenho muito interesse pelo desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Fiquei impressionada com o pronunciamento objetivo e transparente do presidente da estatal. Ele disse que falta cultura para promover o encontro entre a indústria local e o ramo do petróleo. A carência de mão de obra e de cultura empresarial são as maiores barreiras para empresas gaúchas deixarem uma marca de apenas 2,5% dos fornecedores da maior companhia nacional e uma das maiores petrolíferas do mundo. A meta é chegar a 10% até 2014. Para modificar esse quadro, o Governo do Estado e dirigentes da  Petrobrás ajustaram ações, mas Gabrielli avisou que não haverá favorecimentos e que a disputa ocorre em preços de mercado. O presidente registrou que a estatal tem sérias dificuldades para preencher vagas no programa de profissionais e defendeu uma campanha para recrutar interessados no Estado. O Governador Tarso, que foi o anfitrião do evento, sugeriu um pacote de iniciativas que incluem recursos para desenvolver tecnologias e um programa especial para o setor.Tarso disse ainda que o pólo naval será prioridade e vai promover  treinamento de mão de obra. Meu comentário sobre o que escutei: cada vez mais me convenço que um dos graves problemas do Brasil é a falta de capacitação das pessoas que buscam empregos. Outra coisa que me chamou atenção foi o jeito operacional do governador. Pelo jeito, com ele não tem frescura. Não é que lá pelas tantas quando a reunião abriu para perguntas dos empresários, ele mesmo agilizou que o microfone chegasse nas mãos daqueles que apontavam o dedo para falar? Ah, também teve um lance curioso: o Tarso, vendo que as perguntas poderiam ser intermináveis, pegou o microfone e falou: "Então, para finalizar, mais duas ou três perguntas, aqui e ali" - apontando para as pessoas que estavam com a mão levantada e fez sinal para um assessor levar um microfone sem fio.

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Jantei no Atelier das Massas, que fica no centro da capital, na Rua Riachuelo, 1482. Tem muitos anos que freqüento esse restaurante, então, quando chego sou tão bem recebida que me sinto em casa. Os proprietários sempre foram fieis torcedores da minha caminhada política. Acompanham o meu trabalho e eu o deles. O restaurante tem a melhor gastronomia italiana que conheço e olha que já viajei bastante! Sou uma apaixonada pela comida italiana. Quer me deixar contente é me levar numa boa cantina e melhor ainda se tiver tocando música italiana. Na entrada, degustei queijos, pães, patês e tomates secos com um vinho chileno recomendado pelo garçom – nunca lembro dos nomes dos vinhos - e depois saboreei um talharim com cubos de carne que estava "dos deuses". Tinha muita gente, aliás bem comum isso no Atelier das Massas, pois os gaúchos tem faro para a boa comida. Encontrei o Prefeito José Fortunati e a Regina sua esposa, falei rapidamente com eles, pois penso que ali o objetivo de todos é sempre jantar em paz.

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Ontem, participei de um programa na rádio Pampa que aprecio demais. O âncora é o jornalista Armando Burd. É impressionante a audiência que ele tem. Quando terminou o programa, eu liguei o celular e começou a entrar tantos torpedos e e-mails de gente que tinha escutado o programa, que demorei a ir embora do estacionamento da rede Pampa de Comunicações. Conheço o Burd há muito tempo e já perdi a conta dos anos que somos amigos e colegas de profissão. O Burd é um jornalista diferenciado. Ele tem credibilidade e é formador de opinião.Tem o poder de pegar uma informação técnica e transformá-la na coisa mais simples do mundo. Faz rádio como se estivesse na sala da sua casa. É um analista político talentoso. Não conheço ninguém que não o respeite e admire pelo seu vasto conhecimento político e jeito educadíssimo. O programa foi maravilhoso. Das 12h às13h, ficamos debatendo assuntos de interesse da sociedade. Participaram também o sociólogo Edu Colvara e Carlos Marchionatti, que é desembargador, membro da Associação dos Magistrados do Brasil e já foi também Presidente da AJURIS.

22 de fevereiro de 2011

A sabedoria dos experientes

Ontem à noite, saí para jantar com os meus pais. Entre muitas coisas, falamos sobre o meu encontro com a Senadora Ana Amélia no sábado em Torres e do apelo que fez em público para que eu continuasse na vida política. Claro que as palavras da Ana se propagaram que nem vento e passei a ser questionada pela imprensa, assim como por amigos que pensam como ela. Por outro lado, tem uma parte da minha família que faz uma campanha aberta contra eu voltar à vida pública.


Ao mesmo tempo em que acho curioso esse interesse da imprensa e dos amigos com os meus planos profissionais, compreendo o sentimento de repulsa que tomou conta do coração das pessoas que estão mais próximas. Quando a gente vê alguém que nos é precioso sofrer, quer protegê-lo. A verdade é que eles acompanharam de perto inúmeras surpresas desagradáveis que tive antes e depois das eleições. Pessoas que sempre ajudei quando precisaram e que poderiam se fazer presentes, estiveram ausentes.Vou mais longe ainda, houve casos de pessoas que trabalharam na política com o meu pai e comigo por mais de quarenta anos, que de repente, por um desentendimento com o meu coordenador de campanha - que por sinal conseguiu a proeza de desentender-se com toda a equipe de trabalho, incentivado pela dona confusão, sendo imediatamente afastado do comando - algo que só vim a saber há pouco tempo atrás, desapareceram por completo da campanha. Foi complicado dar falta dessas pessoas que receberam a nossa lealdade e confiança. Meu marido que não é político, portanto não entende esse tipo de atitude, diz que é no mínimo uma falta de vergonha na cara a pessoa ficar no cargo em que foi indicado pelo político e na campanha virar as costas.


Meu pai, que é um político experiente e tem uma visão aprofundada em relação ao ser humano, me disse ontem: “A gratidão é um fardo que se torna pesado aos medíocres, que na primeira esquina encarregam-se de se desfazer dela”. Ele tem razão! O que eu vivi na Secretaria de Estado da Cultura e na campanha dá um bom livro. Então, mesmo as vezes em que fico braba com aquelas pessoas queridas da minha família que se manifestam com verdadeiro horror à possibilidade de uma volta, eu confesso que os entendo e tenho que administrar esse sentimento junto com eles. Meu pai, que me conhece como ninguém e sabedor de tudo isso, teve colocações importantes nessa nossa conversa. Ele tem muito peso, afinal decidi ser candidata à vereadora por estímulo dele. Tive o seu braço firme, apoiando-me para empreender a difícil caminhada política.


Pedro Américo Leal, meu pai, foi o meu professor inspirador, pensador, debatedor e mentor. Instilou em mim uma percepção do dever público que jamais abandonarei. Reforçou minhas crenças, já fortes, sobre lealdade, trabalho duro e comprometimento, virtudes essenciais para esse oficio. Agora, sinto que meu pai, como político, não quer me influenciar nas minhas decisões, mas vejo no seu olhar a preocupação de pai com os obstáculos negativos da vida pública. Ao largá-lo em casa após o jantar ele ainda me falou: “Presta atenção e lembra sempre disso que vou te dizer agora: A vida política traz mais desilusões que a vida amorosa. Como pai eu não quero te ver sofrer e por isso deveria te aconselhar a não voltar, mas, como cidadão, eu sei que o Rio Grande do Sul precisa da tua cadência firme e resoluta na marcha. És um soldado de dever e da honra inegociáveis”.

21 de fevereiro de 2011

Conforme prometi aqui estão as fotos dos acontecimentos no litoral...

Com a amiga Ana Amélia Lemos prestigiando a Cavalgada do Mar em Torres



Com Idelfonso Brocca Presidente do PP de Torres, a Senadora Ana Amélia Lemos, Valdir Raupp Machado e Ernani Pólo Assessor Político do Partido Progressista-RS


Gaúchos montados a cavalo orgulhosos empunhando as bandeiras do Brasil e do Rio Grande do Sul

Alexandre e eu com a Marcela nossa neta

Com a Eduarda Bruneli minha nora
Marcelo meu filho e Fernanda minha nora foram padrinhos do casamento do Fábio e da Melissa

Meus filhos Marcelo e Felipe com a Marcela


Duda, Felipe e Marcela

 
Com Alexandre, Duda, Felipe e Marcela



Felipe e Duda

O altar na beira da piscina era um cenário paradisíaco


Velas, flores amarelas e louça portuguesa deram  um toque romântico ás mesas



Melissa conduzida ao altar pelo pai o advogado, Edgar Otero


Os noivos Fábio Maia Mello e Melissa Otero

20 de fevereiro de 2011

Cavalgada, política e casamento

Fim-de-semana movimentado! Cheguei sexta-feira em Torres. Aproveitei que não tinha nenhum compromisso em Porto Alegre e peguei a estrada na primeira hora da tarde. Foi muito bom, pois assim consegui pegar uma praia. Sol forte, água transparente e morna, crianças brincando na beira do mar com seus pais vigilantes a qualquer movimento delas, esse foi o cenário que desfrutei ainda na sexta-feira à tarde. À noitinha, fiz a minha caminhada do Rio Mampituba à Praia da Guarita. Havia uma brisa refrescante batendo no meu rosto, o que valeu a puxada que foi o trajeto. Quando cheguei em casa, o Felipe estava preparando um lanche para nós.Tomei um banho e fui me sentar com ele à mesa. Ficamos até a meia noite conversando. Sexta, estávamos só o Felipe e eu no apartamento. Gosto de conversar com o meu pequeno grande homem. Meu filho caçula Felipe tem uma cabeça brilhante e um coração de ouro. É um rapaz ajuizado, acalmo e fetivo. Ele estava contente, pois foi chamado pela sua chefe, que fez elogios ao seu trabalho e lhe deu um aumento. Contou que, ao ser chamado, ficou preocupado que tivesse feito alguma tarefa errada, mas para sua surpresa era um reconhecimento. Adorei saber desse sentimento de preocupação com o trabalho, porque mostra o comprometimento dele, e olha que ele faz estágio na área do direito no escritório dos meus irmãos e com a família não tem moleza, muito pelo contrário, a ordem é dar duro na gurizada, pois queremos prepará-los para a vida, que é uma luta diária. A Juliana não pôde vir para Torres por conta do final da obra no apartamento novo, então, o silêncio reinou absoluto sem a Martina, que movimenta a casa e o Alexandre não conseguiu vir sexta-feira porque estava envolvido com um processo, clientes e reuniões com colegas advogados.

No sábado, às 7h, fui no Parque do Balonismo prestigiar a largada da 27ª Cavalgada do Mar. Quando cheguei, o comandante Romeira, que estava com o microfone, me anunciou e já lascou:" Só não estou entendendo porque a Mônica Leal chegou sem o seu cavalo”? De onde eu estava, que era um pouco distante dele, tive que colocar força na voz para que centenas de cavaleiros escutassem meu brado justificando uma lesão no joelho esquerdo, motivo pelo qual não iria cavalgar, o que fez o querido Romeira resmungar, mas por sorte fui salva pela chegada da nossa Senadora Ana Amelia Lemos.Ela foi aplaudidíssima pelos gaúchos à cavalo. Enquanto escutava o pronunciamento do comandante da Cavalgada, de repente vejo uma mão estendida na minha direção, e era nada mais nada menos do que o Deputado Federal de São Paulo, Aldo Rebelo, de bombacha, lenço, chapéu e montado num cavalo. Fiquei surpresa que, ao retribuir o cumprimento falei o meu nome, mas nem cheguei no sobrenome e ele disse:" Mônica Leal a Secretária de Cultura do Rio Grande”! 

Na despedida do evento da cavalgada, a Ana Amélia me convidou para tomar um café da manhã para colocar os assuntos em dia e fomos no Hotel de Rose, cujo proprietário nos recebeu com muita gentileza. Sentamos e logo várias autoridades e lideranças políticas de Torres se fizeram presentes. Entre um cumprimento e outro e fotos, conseguimos falar e matar a saudade. Depois houve uma manifestação do Presidente do PP de Torres, Ernani Polo, coordenador político do PP, e da Ana Amélia, que me pegou de surpresa quando discorreu sobre a minha caminhada política, do legado que meu pai havia me passado e de como eu o desempenhava com lealdade. Olhando para mim, ela pediu que eu continuasse, foi aplaudida por todos e se formou uma fila de pessoas na minha mesa para os abraços. Só a Ana mesmo para colocar a minha vida profissional de pernas para o ar. Ela falou com o coração e tocou fundo no meu. Que bom que existem políticos com alma e cabeça que nem a da gente! Saí dali completamente atordoada com tantas declarações e pedidos, mas minha vida agora mudou e estou gostando dela como está.

À tardinha, fui à Xangri-Lá para o casamento do irmão da Fernanda, minha nora. Foi no condomínio Las Palmas esse novo que tem na estrada do mar. Acho que deveria ter umas duzentas e cinquenta pessoas. Fiquei impressionada com o local, que foi especialmente decorado para a ocasião. Eu me senti nas praias de Cancún. Velas, luzes e flores enfeitavam as mesas. Um altar com madeiras de demolição, toldos espalhados pelos jardins, mesa de doces, café, licores e chocolates, tudo no detalhe perfeito, deram um toque especial ao casamento. A Melissa, parecia uma princesa vestida de noiva, estava linda e feliz. O Fábio, um lord, extasiado diante da sua musa inspiradora. Eles estão juntos há muitos anos. A selecão de músicas maravilhosas foi comandada pelo Pimpo Contursi, filho do famoso Cascalho, nosso amigo e vizinho de praia. A comida foi servida impecavelmente à francesa, o que aprecio muito, pois filas, ainda mais no verão, são complicadas. Foi uma festa espetacular. Voltei para Torres quase a uma hora de domingo. Amanhã vou postar as fotos do final de semana, aguardem que vai valer a pena.

18 de fevereiro de 2011

Compartilhando comentários recebidos dos meus leitores

Pessoal querido, que acompanha o meu blog, tenho que fazer uma confissão, já que  sofro do mal de não saber esconder nada de ninguém, e que só mais tarde pude perceber  o quanto isso atrapalhou a minha caminhada política. Voltando ao que interessa,  aviso que desde a minha volta  do Rio de Janeiro, estou tentando dar conta das mensagens recebidas por e-mails, torpedos e comentários chegadas durante o período em que estive ausente. Acho que errei em não ter levado o meu notebook, pois assim, poderia dar conta da demanda.  Em respeito a estas pessoas, vou compartilhar os comentários recebidos e que muito me gratificam:

Cara Mônica: tu não podes deixar de concorrer nas próximas eleições para vereador, para não frustrar os apreciadores da tua atividade, como nós aqui em casa. Conte com nosso apoio. 
Samuel Breitman
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Parabéns Mônica pelos 40.000 acessos ao blog!
Acesso teu blog todos os dias e sempre acho os teus textos muito bons; quer sejam teus comentários sobre o panorama político,quer sejam os temas pessoais são sempre textos que prendem a atenção do leitor.
abraços
Julio Cesar Marques
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Oi Mônica, sou leitora do teu blog desde o inicio, tenho 13 anos.
Além dos textos que a sra escreve muito bem, adoro ver as fotos. Achei ótimo que ele chegou a quarenta mil acessos, parabéns e saiba que indico sempre seu blog p/ meus colegas.
Marilia R.Bede
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Mônica,acompanho teu blog desde março/10 quando retornei da Europa, respeito teu trabalho como política, pena que não tens o reconhecimento que mereces do teu partido; sabe que analisando esta vitória dos 40.000 acessos no blog e sabendo que você é jornalista tenho a te dizer que teu lugar é na área da Comunicação, com certeza lá vão te valorizar, pois já tem teus leitores.
Abraços e sucesso!

Mauro Araujo
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Querida Mônica
Considere este pacotão de minutos valiosos e a prova do que és capaz de viver e fazer. A experiência da caminhada e dosprimeiros passos dos degraus, de qualquer projeto que tenhamos em vida.
Obrigada por ser minha cunhada, eu tenho muito orgulho de ti. Vai em frente, guria, pois por onde  passas, deixas o teu brilho e a tua marca de Lealdade. E disso que a gente precisa.

Um beijo, Maria Cristina Kaschny
 PS: Não te dou este beijo pessoalmente porque estou em Miami, corre para cá para recebê-lo. O sol te espera para um descanso!
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Sou Fábio Mello, seu eleitor e admirador desde os tempos que a senhora foi vereadora de Porto Alegre.Estive na Câmara Municipal para lhe assistir na tribuna do plenário e recordo da garra que defendia os projetos  importantes para a comunidade.Um deles que jamais esquecerei, foi o da Guarda Municipal.A oposição era contra armar a Guarda e a senhora com  o seu pronunciamento, reverteu o placar e venceu por unanimidade.Foi bonito de ver! Quero cumprimentá-la pelo blog e agradecer por mantê-lo atualizado. Assim, eu posso acompanhá-la. Parabéns Mônica leal!
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Mônica
Parabéns pelos 40 mil acessos! Teu blog é muito interessante.Gosto dos textos que são espontâneos, confidenciais e afetivos, coisa rara nos dias de hoje.Tenho um amigo que te conhece pessoalmente e diz que és uma mulher cativante.
Um abraço.
Luisa das Três Figueiras
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Mônica
Vamos falar de coisas boas!
Me perdoa, mas eu vou meter meu bedelho e me informar sobre o teu livro na editora de amigos!
Tua escrita, nas postagens do blog, é amena, sensível e inventiva.
Muitas das que eu leio, penso: "Isto tem que ir para o papel, para mais gente ler"!

Um beijo
Antônio Augusto
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Sua postagem comemorando os 40.000 acessos no blog foi muito bonita, tinha mesmo que ser bem especial, pois este marco é uma vitória para uma mulher guerreira e merecedora de reconhecimento, que tudo aquilo que se propõe a fazer faz bem feito.Quero lhe dar os parabéns pelo sucesso do blog e dizer que o momento é de comemoração.
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Bjs
 
Rose
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Parabéns mãe, é um orgulho ler os teus textos, escreves com verdade e sentimento!!!!!
Bjs Juliana
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" Oi, Mônica, há pouco mais de 10 min, encontrei Fernanda e vi foto da  Marcela, uma fofura. Chego em casa, ligo o computador e encontro e-mail do  Facebook avisando que confirmaste meu pedido de amizade. É fevereiro  começando muito bem para mim! 
Grande abraço." Aimeé Virginia
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Mônica, 44.000 acessos, um sucesso. Siga firme e forte com seu blog, pois, seus textos são relaxantes e agradáveis. Não são raros os momentos que suas palavras conversadas nos fazem pensar. Falas de sentimento, inquietações, prazeres e política, com seu estilo criativo e inconfundível. Parabéns e um forte abraço.
Décio Nogueira
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Mônica
Maravilha o teu blog, só tu mesmo,obrigado.
Um beijo
Záchia

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Comentário sobre a  postagem ""A Guarda Morre, Mas Não se Rende!”":
Servi na 1ª Cia de Guardas em 1995,(Sd 505) no Pelotão de Apoio, comandando pelo 2º Ten Bloise, há época também estavam no comando da unidade o TC Gubert e Cap Gui Eduardo e Cap Romulo (salvo engano)...
Tempos inesquecíveis que formaram o meu caráter... antes um menino da periferia rodeado de más companias... depois de servir ao EB, mais precisamente na 1ª Cia de Guardas, após guardar os preciosos ensinamentos sou atualmente Policial Civil em Santa Catarina e Bacharel em Direito... 
Devo muita parte de minha formação moral aos meus comandantes acima nominados... 
bem como os meus inesquecíveis colegas Sgt(s), Cb(s) e Sd(s)...
É isto... voltei no tempo..
Eduardo Moschetta

17 de fevereiro de 2011

Prestigiando um amigo

Antes de viajar para o Rio de Janeiro, estive na posse do novo Secretário do Meio Ambiente de Porto Alegre, Luiz Fernando Záchia. Eu poderia aqui discorrer sobre o vasto currículo do Záchia que tem formação qualificada, além de ser um político dedicado e comprometido pelas causas que interessam à população. Por esse motivo foi justa e merecida a indicação dele para comandar uma área tão importante para a  cidade de Porto Alegre.Sem contar que minha formação de jornalista com especialização em Ciências Políticas, me dá plenos poderes para dizer que o PMDB teve visão de futuro e deu vitrine para uma liderança política que vai ser o puxador de votos nas eleições municipais de 2012. Mas acima disso tudo, fui prestigiar um amigo de infância, pois nossas famílias se conhecem há longa data; diria até  que desde a época em que estudei no Colégio Bom Conselho ,e a Maria de Fátima, sua irmã, também fazia parte dessa turma de alunas. Além disso, quando meu  pai foi vereador e eu era sua assessora, tinha contato frequente com ele, na Câmara de Vereadores. Informo aos vigilantes de plantão que naquele período era permitido um familiar trabalhar com um político. Mais tarde eu fui vereadora e o Záchia deputado estadual; em 2007 fui Secretária de Estado da Cultura e ele, Chefe da Casa Civil do Governo Yeda. Tinha muitos motivos para ir abraçar um querido amigo e colega que prezo muito.

Záchia com lideranças do PMDB

Com o novo Secretário do Meio Ambiente de POA, Luiz Fernando Záchia, Com o Ex-Secretário do Meio Ambiente Vereador Garcia

Záchia com o Movimento de Preservação dos Bugios

15 de fevereiro de 2011

Entre Torres e Porto Alegre

Passei esse último fim de semana em Torres e quase virei sapo de tanto que choveu. Esse tempo é perfeito para ficar em casa, descansar, ler um livro, fazer um doce - aliás, sou boa nessa área da culinária, claro que seguindo receitas. Minha especialidade é uma torta de chocolate que a gurizada adora. Curtir a família com esse clima, foi o que eu fiz, pois a Juliana chegou com a Martina e me deliciei brincando com ela. Gosto muito da minha praia, mas confesso que estava com vontade de retornar a Porto Alegre.
Na capital tenho sempre o que fazer, até com temporal. Começando pelo escritório que montei na minha casa, onde tenho tudo o que preciso para trabalhar no meu livro - comecei a  escrever há poucos dias - e em textos e artigos para os jornais e revistas que de vez em quando escrevo e também no meu blog, que procuro manter atualizado.Isso sem contar o leque de opções culturais que a cidade me oferece. Para quem gosta de cinema como eu, essa é a melhor época do ano para assistir filmes sem enfrentar grandes filas. A verdade é que esse vai e vem das estradas me cansa, não pelo dirigir, porque agora com a BR/101 ficou mais tranqüilo chegar em Torres, mas essa coisa de atender duas casas me dá uma sensação de continuo movimento, algo que no momento eu dispenso.
Cheguei em Torres na sexta-feira no início da tarde porque havia combinado com o encanador, o eletricista e o montador de um armário que comprei para o meu quarto, que estaria lá  para recebê-los. Ah, ledo engano, pois ninguém apareceu! 
É incrível como esse pessoal do litoral está com excesso de clientes e muito dinheiro. Sim, só me resta esse pensamento à medida em que a gente tem que implorar para um técnico nos atender, quando não fica em lista de espera. Faz um mês que comprei o tal armário e a novela é assim: a loja vende, um cidadão entrega, outro monta, mas esse que monta não desmonta o armário antigo que está no local que vai o armário novo... Quando me deparei com essa burocracia, resolvi entrar em ação com  toda a minha paciência, que sei que é enorme. Falei com cada um dos envolvidos na grande empreitada que se tornou a compra de um simples armário. Juro que fiquei com vontade de escrever uma crônica porque as justificativas são as mais esdrúxulas possíveis, mas, depois me lembrei de uma frase do meu pai que é lapidar: "o segredo da felicidade consiste em não exigir das pessoas aquilo que a natureza delas não pode nos dar". Ao fim e ao cabo dessa confusão toda, consegui resolver, mas estou pensando em fazer um curso técnico básico de eletricista, encanador e montador de móveis.
Antes de pegar a estrada  na sexta-feira, eu havia combinado com o jornalista  Milton Cardoso de participar do programa de rádio " Band Repórter ". Então, cheguei às 22h em ponto na Casa da Band de Torres. O local é maravilhoso, um estúdio envidraçado numa esquina do calçadão, onde o movimento é intenso e há uma vista privilegiada para o mar da Praia Grande e para os morros da Prainha. 
O programa foi espetacular! Também não era para menos com aquele time de primeiríssima qualidade e a pauta acontecendo naturalmente, o que gerou debates interessantes.Falamos sobre segurança, reforma política, Egito, governos, saúde na capital e educação. Os participantes: o médico e ex -vereador Cláudio Sebenelo, o advogado Celso Giuliani, o economista e administrador do BRDE, João Francisco Satamini. O sucesso foi tanto que os ouvintes mandavam torpedos e e-mails sem parar para o Milton, que tentava dar conta de ler todos no ar, mas algo que se tornou impossível. 
Fiquei do início ao fim do programa, que foi até a 1h da manhã. Com isso, pude reforçar minha certeza de que o Milton comanda um programa que agrada o público que prefere escutar rádio em vez de assistir a televisão. Eu sou assim, mil vezes o rádio, que tem a informação instantânea.
O começo da minha semana foi muito produtivo. Entre alguns compromissos que compareci e todos em perfeita sintonia com a minha formação profissional, tive uma conversa muito interessante com o ex-deputado, ex-ministro, ex-presidente do PP e ex-candidato ao Governo do Estado, Francisco Turra. A amizade e a admiração que tenho pelo Turra foi passada de pai para filha. Pedro Américo Leal e Francisco Turra tem a mesma conduta política, são pessoas raras pelo seu caráter. O motivo que me levou a fazer parte da chapa majoritária do meu partido em 2006, foi porque o Turra era o candidato ao governo. Eu pedi voto para um cidadão de bem. Cada vez que falo com o Turra sinto uma imensa tristeza que o povo gaúcho tenha perdido a oportunidade de tê-lo como governador. Trocamos idéias  e discutimos questões importantíssimas, e a cada encontro reforço que pensamos e atuamos da mesma maneira na vida pública.
Acompanhei até quase uma hora da manhã do dia 15, a votação dos vereadores da capital sobre o projeto do Instituto da Saúde Municipal da Família. Foi uma sessão longa e cansativa, mas, por fim, a situação venceu e o Prefeito Fortunati ficou satisfeito, pois enfrentou o sindicato com a cara e coragem que lhe é peculiar. 
Em quatro meses o instituto estará registrado e até junho serão criadas 1.386 vagas através de concurso público para profissionais da área da saúde. Fiquei satisfeita em saber que a saúde das famílias portoalegrenses será priorizada através dessa estratégia do governo municipal. O controle do atendimento da saúde será estatal. Conforme o prefeito, o instituto trará uma economia de 300 mil por ano ao governo e desta forma poderão aumentar as equipes de atendimento.

14 de fevereiro de 2011

É fácil entender porque Nina, Amanda, Martina e Marcela

De uma hora para outra, fizeram os seus pais descobrirem um mundo novo. A cada sorriso e a cada conquista, essas doces criaturinhas agradecem o amor e o cuidado que os pais lhes oferecem.Todos os dias surge uma conquista que é acompanhada por eles com muita emoção. É uma delicia ver essas quatro meninas crescerem!
Adoro crianças pois têm a pureza na alma.De perto ou de longe, elas me fazem um grande bem e por isso hoje meu blog presta-lhes uma homenagem.‏


Nina de Melo Prates - filha dos amigos de Santiago - Júlio César e Liziane


Amanda Sudati Coró de Souza - filha dos amigos também lá de Santiago - Leonardo e Arilene


Martina Markusons Marchiori - filha de James e Juliana - meu genro e minha filha

Marcela Mello Markusons - filha de Marcelo e Fernanda - meu filho e minha nora

12 de fevereiro de 2011

O Rio Scenarium, do Rio de Janeiro, acompanha meu blog e comenta a postagem sobre: “Voltei!”

Leitores do meu blog
Olhem só que sucesso! Quer dizer que até no Rio de Janeiro meu blog está conhecido? Também, gosto e falo tanto da Cidade Maravilhosa, que os cariocas se sentiram honrados. Estou muito contente com isso e quero compartilhar com vocês. Adorei!
Confiram abaixo a mensagem que recebi da direção da maior casa noturna do bairro da Lapa.

Olá, tudo bem?
Lendo sobre sua divertida estadia no Rio de Janeiro fiquei feliz em saber que veio aproveitar a noite aqui no Rio Scenarium. Apesar de não ser muito noturna, espero que tenha tido bons momentos aqui. Para as próximas vezes fica a dica: o quarteirão onde fica o Rio Scenarium, tem também as outras duas casas do grupo o Santo Scenarium (santoscenarium.blogspot.com) e a Cachaçaria Mangue Seco (mangue-seco.blogspot.com). Esse espaço é denominado Quarteirão Cultural, de acordo com decreto da Prefeitura e em breve vamos inaugurá-lo com jardineiras,ombrelones, eventos na praça e outros bens culturais. Melhorando ainda mais a vida cultural carioca.
Aproveito para acrescentar algumas informações. Acredito que a feira a qual seu amigo estava se referindo é a famosa Feira Rio Antigo que acontece todo 1º sábado do mês, na Rua do Lavradio, há 14 nos. É uma feira de antiguidades e artesanatos que ocupa a Rua do Lavradio, desde a Visc. do Rio Branco até Av. Mem de Sá e recebe em média 20 mil pessoas. A COMLURB cuida da limpeza no final da feira, mas muitas vezes pode ocorrer atraso neste trabalho. Atualmente conseguimos, inclusive que a COMLURB coloque serviço de limpeza noturna às quintas, sextas e sábados. Tudo para termos essa cidade ainda mais maravilhosa! 

Parabéns pelo blog e esperamos você aqui outras vezes! 
Rio Scenarium

Comentário sobre o post "Um Minuto de Silêncio por Nova Friburgo-sábado as 12h.

Ô, prima querida, que gesto lindo, postar no seu blog esse pedido, esse clamor, em favor das vítimas de Nova Friburgo. Sabia que podia contar com você! Assim essa bonita corrente se torna mais forte e a solidariedade despertada em todos, com muita fé, tenho certeza, derramará mais bençãos da misericórdia de Deus para todas as almas daqueles que partiram e também dando forças para aqueles que ficaram com a missão de reconstruir essa bela cidade.

Com amor e gratidão,
Beijos, Maucha

11 de fevereiro de 2011

Um minuto de silêncio por Nova Friburgo - sábado, dia 12 de fevereiro, 12 horas- De Maucha Land do Rio de Janeiro.


Queridos leitores atendendo um pedido da minha prima Maucha que é carioca e está super envolvida num trabalho voluntário ajudando as vitimas do desastre ocorrido na Serra do RJ, vou postar o texto que ela me enviou pedindo um minuto de silêncio em memória destas pessoas. Que também o Rio Grande do Sul se una em preces e silêncio pedindo luz para os mortos e força e coragem para suas familias.
Façamos a nossa parte!

Pedido da Maucha

Recebi este e-mail de um Grande Amigo que reside com sua família em Friburgo, que pede a participação de todos, não há necessidade de estar em Friburgo, mas pela grande força de nossos pensamentos conseguiremos acompanhar as preces para os nossos irmãos desencarnados e para aqueles que ficaram, sejam confortados, com fé, esperança, coragem e determinação na reconstrução da Cidade.Vamos nos unir, com um minuto de silêncio, com pensamentos e orações, que formaremos uma grande rede de amor e fé.
Muita PAZ. 

Maucha Land
  www.maucha.com


 Prezados amigos,

Neste sábado estaremos completando 30 dias do maior desastre ambiental que já se abateu sobre uma região brasileira.
Foram tantas tragédias e tão forte o abalo emocional por que passamos, que não tivemos oportunidade de homenagear dignamente os nossos mortos.
Passados esses 30 dias, achamos que chegou a hora.
Portanto neste sábado, dia 12, às 12 horas NOVA FRIBURGO PEDE UM MINUTO DE SILÊNCIO.

É um movimento de toda sociedade organizada friburguense que conta também com o apoio dos Rotarys Clubs de Nova Friburgo, Viva Rio, Igreja Ceifa, OAB e de toda a mídia local.

Como será o movimento?
Basta parar em silencio na hora marcada, onde estiver.
No entanto cada pessoa define como quer participar. Vale a criatividade e o empenho emocional de cada um.
Porém, haverá na Praça Demerval Barbosa Moreira diversas manifestações espontâneas.

Dentre elas podemos citar:
- Na primeira batida das 12 horas do sino da catedral haverá apresentação do toque de silencio por um músico
de uma banda centenária local;
- pessoas soltando balões brancos de gás com o nome das vítimas da tragédia;
- a reza da oração universal "O PAI NOSSO" com todos de mãos da dadas.

Como você poderá participar:
- usando pelo menos uma peça de roupa branca (preferencialmente camisa);
- parando onde estiver e cumprindo o minuto de silencio na hora determinada;
- estimulando que a sua igreja também utilize o sino na homenagem, que a indústria toque a sua sirene; que o comercio pare;
- estimulando que a mídia apresente músicas ou vts adequados ao  momento;
- enfim ajudando e levando esta idéia a toda Nova Friburgo.

Ao final desses 30 segundos, simbolicamente estaremos também marcando o movimento pela reconstrução dessa nossa mui amada e querida NOVA FRIBURGO.

Agradecemos a divulgação